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NOTÍCIAS

05-12-2013

Professores e alunos de Baraúnas participam de cursos

O Centro Integrado Baraúnas, anteriormente funcionava como polo digital e era utilizada por Facilitadores do Instituto Paramitas para ministrar cursos de Inclusão digital e Educação para o trabalho para a comunidade. Hoje é utilizado na maioria das vezes pela secretaria de educação, com o intuito de melhor atender as necessidades dos gestores e professores das escolas. Estamos na Era Digital, onde as coisas são mais simples e mais fáceis de serem resolvidas quando temos um bom recurso digital ao alcance de todos. Os professores e diretores precisam se adaptar às novas necessidades, usar as novas tecnologias a seu próprio beneficio, pois os alunos estão cada vez mais atualizados.

O Centro de Formação Dr. Drance Matos De Amorim (Baraúnas) recebe cursos para diretores e professores das escolas. Cursos como os da Lousa Digital, que é um recurso importante e dinâmico para ser utilizado nas salas de aula, sem contar, que provavelmente, as lousas digitais substituirão os quadros comuns, curso que foi ministrado pela equipe do Ensino mais fácil. O Baraúnas recebe também curso de formação para diretores, para ajuda-los a utilizar o “Sistema de Educação Digital”, onde os gestores das escolas aprendem a manejar o Portal Exclusivo do Diretor,  para gerenciamento da sua escola, suas turmas, educacenso, entre outros. Muitos dos diretores ainda não sabem usar este sistema mais sofisticado e benéfico e por isso acabam fazendo um mau uso, os programas são para facilitar e agilizar os andamentos dos processos escolares. Além desses cursos, acontecem também formações dos facilitadores do Paramitas, referente ao aprimoramento dos cursos de Educação para o trabalho para melhor servir a comunidade, com a pretensão de ajuda-los no seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Veja a entrevista com Brenda Tuyane Lima Porto, uma das facilitadores do Pelo Cultural Digital da Maçonaria e estudante do curso de Licenciatura em História pela UEFS.

O que levou você a optar por cursar uma licenciatura? Por que história? 

Brenda: Pertenço a uma família onde a maioria dos membros são envolvidos com a Educação e o meu referencial de garra e caráter, minha mãe, é professora.  Desde criança enxerguei as licenciaturas de uma forma diferente de muitas pessoas, pra mim nunca foi somente uma profissão desvalorizada e que o retorno financeiro é pequeno, sempre soube do papel importantíssimo e insubstituível de um bom professor. Escolhi licenciatura pelos meus grandes exemplos de professores em casa e na escola, pela oportunidade que eu teria de mudar a vida de alguém, pela pessoa que eu me tornaria fazendo parte de alguma forma da vida de outros indivíduos e principalmente, por me identificar bastante com a profissão.

História foi uma escolha mais do que definida, eu queria licenciatura por querer História e queria História por ser uma licenciatura, foi tudo junto. Nos meus tempos de Colégio História era minha disciplina preferida, sei a importância que a História tem para tentarmos entender as mudanças e as voltas que o mundo dá, nada nessa vida passa sem que para isso tenhamos que pensar como chegamos a tal ponto, onde começou e por onde percorremos. Fiz dois vestibulares, História na UEFS E Serviço Social na UFBA, qualquer uma das duas profissões estariam me levando ao convívio com distintas pessoas, do jeito que sempre quis, passei nas duas, mas tive que escolher uma. Fiz um estagio observatório para uma disciplina no semestre passado na Escola Menino Jesus de Praga, e percebi que fiz a escolha certa, poucas coisas na vida fizeram meu coração bater tão forte, sensação difícil de ser descrita. 

  O Estagio no Instituto Paramitas está sendo a sua primeira experiência de trabalho? 

Brenda: Sim. Uma grande mudança na minha rotina, experiências adquiridas e ensinamentos absorvidos. 

Antes do estagio ser iniciado, você passou por alguma formação para desenvolver as atividades que O Instituto Paramitas disponibiliza?

Brenda: Passei por formações de cursos de Inclusão Digital e Educação para o Trabalho, ganhei certificados referentes a esses cursos.

Os projetos desenvolvidos pelo Instituto Paramitas, o qual você faz parte, estão contribuindo em termo de conhecimento no curso que você faz na UEFS?

Brenda: Com certeza. Como não contribuir? Na UEFS preciso saber usar muitos recursos digitais, os quais fiz formação pelo Paramitas para poder disponibiliza-los para a comunidade. O Instituto Paramitas tem plataformas interessantíssimas como o Livro Digital e o My Documenta, que são ferramentas que posso utilizar nos exercícios de digitação, leitura e na apresentação de seminários, com o intuito de enriquecer os meus trabalhos na universidade e aperfeiçoar minha atuação como professora em sala de aula.

Fiz uma formação, também disponibilizada pelo Instituto Paramitas, mas com profissionais do Ensino, que ministraram um curso da Lousa Digital para os facilitadores. Um curso maravilhoso, com a pretensão de ensinar a utilizar a Lousa Digital, o que será muito importante para mim dentro da universidade e fora da mesma.

Pela influencia do meu trabalho, irei discorrer em um seminário o tema de Educação e Tecnologia, por acreditar na importância das tecnologias voltadas a educação. Os tempos mudaram, a educação e a tecnologia tende a se aproximar cada vez mais. A tecnologia pode atrair de maneira muito mais eficaz os indivíduos para a escola e suas disciplinas, os conteúdos escolares podem ficar cada vez mais atraentes e dinâmicos com os recursos digitais.

 Quais as suas funções como facilitadora no Instituto Paramitas?

Brenda:Como facilitadora tenho o papel de contribuir com os projetos desenvolvidos pelo Paramitas, até então, não ministrei nenhum curso de Inclusão digital e Educação para o trabalho para a comunidade, mas contribuí com outros projetos, como o de apresentar no Ônibus Digital a plataforma do Livro Digital para alguns alunos das Escolas Municipais e Estaduais que estiveram presentes na feira do Livro. Agora que estou no Polo de Cultura da Maçonaria, na Cidade Nova, irei ministrar cursos, estou muito ansiosa e feliz por isso!

Desde o seu primeiro dia de trabalho, se manteve sempre em um mesmo local? Ou trabalhou em lugares distintos?

Brenda: Não. Nas formações que nós facilitadores participamos, foi deixado claro que nenhum de nós ficaríamos em um único lugar sempre, estaríamos passando por varias experiências em lugares distintos. Eu mesma já estive em quatro lugares: Na sede do Paramitas, Centro de Formação Dr. Drance Matos De Amorim (Baraúnas), no Ônibus Digital na Feira do Livro e agora no Polo de Cultura da Maçonaria, onde irei ministrar os cursos.

O que os projetos desenvolvidos pelo Instituto Paramitas representam pra você?

Brenda: São projetos que visam o bem da sociedade, que buscam que as pessoas de todas as classes financeiras possam alcançar o mercado de trabalho e se atualizar com as tecnologias. Isso representa muito pra mim, poder ajudar as pessoas. Muito semelhante do meu papel como professora de História, poder ser facilitadora me faz  realizada tão quanto professora.

 De que forma o curso de licenciatura que você realiza contribui no seu desenvolvimento como profissional?

 Brenda: A contribuição inicia quando o nome pelo qual se referem a mim é facilitadora, acredito que o papel do professor em sala tem que ser de facilitador mesmo, daquele que está ali para ajudar ao aluno a caminhar da melhor forma possível, fazendo com que aconteça uma troca entre professor-aluno, já que aqueles indivíduos que estão ali não chegam na sala sem nenhum conteúdo ou experiência vivida. As disciplinas de educação que cursei até o momento, estão contribuindo bastante para o meu desempenho como facilitadora, em tudo o que eu faço no trabalho eu penso e lembro-me de algum texto que li ou de algo que foi citado pelo professor. Cursar uma licenciatura me deixa mais a vontade para executar a maioria das funções profissionais.

 O que você gosta de fazer no seu tempo livre? 

 Brenda: Eu geralmente, ou melhor, sempre estou colocando minhas leituras da universidade em dias. Nos finais de semana vou para minha cidade, Ipirá, onde tenho meu descanso merecido.

Lembro-me de uma frase muito importante pra mim como facilitadora e futura professora de História, que foi levada por Iraci Vitória para os facilitadores em uma Formação no Centro Integrado Baraúnas “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” (Paulo Freire).  A frase não foi novidade pra mim, mas naquele momento me mostrou que a Brenda que faz licenciatura em História, não poderia de hipótese alguma, se desvincular da Brenda facilitadora.

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